Caro Texasman, como sabes, estes não vi.
No entanto, acho que quem ontem não viu a Diunna Greenleaf & Blue Mercy Band, cometeu um pecado capital.
A banda de Houston, Texas, brindou o público com uma actuação electrizante.
Diunna Greenleaf com uma voz notável para cantar Blues, um John Richardson, completamente desconhecido para mim, mas um guitarrista fantástico com um jeito muito southern, completamente Texas style, que me arrebatou totalmente.
O concerto foi muitissimo emotivo, com uma homenagem (Blackcat Bone) ao lendário John Lee Hooker, com quem, de resto, a cantora manteve uma relação.
Quem também foi alvo de uma sentida homenagem (Mother Earth) foi Koko Taylor, infelizmente falecida anteontem. A cantora contava 80 anos, diva dos Blues, vencedora de um Grammy em 1985, nascida no Tennessee, mudou-se para Chicago com 24 anos, onde fez toda a sua carreira.
Uma homenagem que me emocionou, um concerto onde a voz da Diunna e a guitarra de Richardson me arrepiaram (literalmente) variadissimas vezes.
Muito embora já tenha tido a oportunidade de ver alguns concertos de Blues, posso afirmar com toda a convicção que este foi de longe o melhor concerto de Blues que vi.
Caro Texasman, como sabes, estes não vi.
No entanto, acho que quem ontem não viu a Diunna Greenleaf & Blue Mercy Band, cometeu um pecado capital.
A banda de Houston, Texas, brindou o público com uma actuação electrizante.
Diunna Greenleaf com uma voz notável para cantar Blues, um John Richardson, completamente desconhecido para mim, mas um guitarrista fantástico com um jeito muito southern, completamente Texas style, que me arrebatou totalmente.
O concerto foi muitissimo emotivo, com uma homenagem (Blackcat Bone) ao lendário John Lee Hooker, com quem, de resto, a cantora manteve uma relação.
Quem também foi alvo de uma sentida homenagem (Mother Earth) foi Koko Taylor, infelizmente falecida anteontem. A cantora contava 80 anos, diva dos Blues, vencedora de um Grammy em 1985, nascida no Tennessee, mudou-se para Chicago com 24 anos, onde fez toda a sua carreira.
Uma homenagem que me emocionou, um concerto onde a voz da Diunna e a guitarra de Richardson me arrepiaram (literalmente) variadissimas vezes.
Muito embora já tenha tido a oportunidade de ver alguns concertos de Blues, posso afirmar com toda a convicção que este foi de longe o melhor concerto de Blues que vi.